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Reforma Tributária · guia prático 2026

A maior mudança nos impostos em décadas já começou.

Cinco tributos vão virar três, o crédito muda, o imposto pode ser retido no pagamento e as notas fiscais ganham novos campos. Entenda o que muda, descubra o quanto a sua empresa está preparada e baixe o guia gratuito.

Faltam 90 dias para a CBS substituir PIS e Cofins (1º/01/2027).

O que muda

Cinco tributos viram três.

A Reforma Tributária do consumo troca um sistema fragmentado por um IVA dual: um tributo federal e outro de estados e municípios, mais um imposto sobre itens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Hoje PISfederal Cofinsfederal IPIfederal ICMSestadual ISSmunicipal
Novo modelo CBSContribuição sobre Bens e Serviços · federal · substitui PIS e Cofins IBSImposto sobre Bens e Serviços · estados e municípios · substitui ICMS e ISS ISImposto Seletivo · bens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. O IPI é zerado, exceto para produtos que concorrem com a Zona Franca de Manaus.

Crédito amplo

Não cumulatividade plena: o imposto pago nas compras da empresa vira crédito, com poucas exceções. Fornecedor bem escolhido passa a valer dinheiro.

Cobrança no destino

O IBS passa a ser devido onde está o cliente, e não onde a empresa está. Acaba a guerra fiscal entre estados e municípios.

Split payment

O imposto é separado e recolhido no momento do pagamento. Começa em 2027 de forma opcional, entre empresas, e depois se torna obrigatório por etapas. O caixa sente a diferença.

Alíquotas diferenciadas

Setores como saúde, educação e alimentos têm redução; itens da cesta básica nacional têm alíquota zero. O enquadramento correto do cadastro decide quanto você paga.

Cashback

Devolução de parte do imposto para famílias de baixa renda, prevista na reforma. Afeta principalmente quem vende ao consumidor final.

Simples Nacional

O regime continua. A empresa pode optar por recolher CBS e IBS por fora para transferir crédito integral aos clientes. A opção é semestral, feita em setembro e em março.

Linha do tempo

Uma transição em etapas, até 2033.

Durante anos, as empresas vão conviver com os dois sistemas ao mesmo tempo. É aqui que o ERP faz diferença: calcular o antigo e o novo, lado a lado, sem retrabalho.

Ilustração 3D de um escritório fiscal com uma ampulheta
  1. 2026

    Ano de teste

    CBS de 0,9% e IBS de 0,1% destacados nos documentos fiscais; quem cumpre as obrigações fica dispensado do recolhimento. Desde 3 de agosto de 2026, notas de empresas do regime regular sem esses campos são rejeitadas. Empresas do Simples começam a destacar só em 2027.

  2. 2027

    A CBS entra para valer

    PIS e Cofins são extintos e a CBS passa a ser cobrada integralmente. O IPI é zerado (exceto Zona Franca), começa o Imposto Seletivo e o split payment estreia de forma opcional, entre empresas.

  3. 2027–2028

    IBS em fase de teste

    O IBS segue com alíquota simbólica (0,05% estadual e 0,05% municipal) enquanto estados e municípios se preparam para a troca.

  4. 2029–2032

    ICMS e ISS diminuem

    ICMS e ISS são reduzidos em 10%, 20%, 30% e 40% a cada ano, e o IBS cresce na mesma proporção.

  5. 2033

    Novo modelo integral

    ICMS e ISS deixam de existir. Passam a valer só CBS, IBS e Imposto Seletivo.

Na prática

Do cadastro ao caixa: onde a Reforma bate na sua operação.

Não é só uma mudança de alíquota. Ela atravessa a empresa inteira — e quem deixar para a última hora vai pagar mais caro para corrigir.

Cadastros

Produtos e serviços precisam da classificação correta (NCM, NBS e os novos códigos de classificação tributária) para cair na alíquota certa.

Documentos fiscais

NF-e, NFC-e, CT-e e NFS-e ganham novos grupos de IBS e CBS. Sistema desatualizado é nota rejeitada.

Preços e margens

Com crédito amplo e novas alíquotas, o preço de venda precisa ser recalculado. Quem não simula, perde margem sem perceber.

Fluxo de caixa

Com o split payment, parte do valor recebido pode ir direto para o fisco no pagamento. O capital de giro precisa ser replanejado.

Contratos

Contratos longos, com fornecedores e clientes, precisam prever a troca dos tributos para não virarem prejuízo.

Pessoas e processos

Faturamento, compras e financeiro mudam a rotina. A equipe precisa ser treinada antes da virada, não depois.

Simule o efeito do split payment no seu caixa.Informe vendas, compras e prazos e veja quanto capital de giro deixa de girar.
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Com a E-Tech

A parte do sistema já está resolvida.

O E-Tech já está 100% adequado à Reforma Tributária. E como cada cliente tem um programador como gerente da conta, a adequação é feita no seu cenário — não num manual genérico.

  • Atualizações fiscais incluídas na mensalidade, sem custo extra
  • Configuração alinhada com a sua contabilidade
  • Fala direto com quem desenvolve, pelo WhatsApp
  1. 01

    Entender sua operação

    Mapeamos segmentos, documentos, rotinas e integrações, alinhados com a sua contabilidade.

  2. 02

    Definir os ajustes

    Conferimos a sua versão do E-Tech e as configurações necessárias para o seu cenário.

  3. 03

    Testar e orientar a equipe

    Validamos as alterações nos seus fluxos e acompanhamos os usuários nos testes.

  4. 04

    Acompanhar a transição

    Até 2033, cada etapa nova chega ao sistema e à sua equipe com acompanhamento.

Checklist gratuito

Sua empresa está pronta? Descubra em 1 minuto.

Sete perguntas rápidas, sem cadastro para responder. No fim, você vê sua pontuação e pode receber o guia completo com o plano de ação.

  • Diagnóstico na hora
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  • Guia com plano de 30, 60 e 90 dias
Pergunta 1 de 7

Seus cadastros de produtos e serviços já foram revisados para as novas regras?

Guia gratuito · PDF

Reforma Tributária: da mudança à prática.

Um guia direto ao ponto para o empresário, sem juridiquês. Leitura de 15 minutos.

  1. 01O que muda: CBS, IBS e Imposto Seletivo
  2. 02A linha do tempo de 2026 a 2033
  3. 03Os conceitos que mudam o jogo: crédito, destino e split payment
  4. 04O impacto em cadastros, notas, preços, caixa e contratos
  5. 05Simples Nacional: ficar ou recolher por fora?
  6. 06Plano de ação de 30, 60 e 90 dias + checklist de 20 itens
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre a Reforma.

O E-Tech já está adequado à Reforma Tributária?

Sim. O E-Tech já está 100% adequado às mudanças da Reforma Tributária. Na implantação, alinhamos as configurações ao cenário da sua empresa e às orientações da sua contabilidade.

A mudança envolve só a emissão de notas?

Não. Ela passa também pelos cadastros de produtos e serviços, pela formação de preços, pelo fluxo de caixa e pelos contratos. A contabilidade orienta o tratamento fiscal; a E-Tech aplica isso nos fluxos do sistema.

Empresa do Simples Nacional precisa se preocupar?

Sim. O Simples continua, mas a empresa pode optar por recolher CBS e IBS fora da guia única para gerar crédito integral aos clientes. A opção é semestral: em setembro, para janeiro a junho, e em março, para julho a dezembro. É uma decisão para avaliar com a contabilidade, principalmente se você vende para outras empresas.

As atualizações para a Reforma têm custo extra?

Não para clientes E-Tech. As atualizações regulares, incluindo as adequações fiscais, já fazem parte da mensalidade.

Com quem eu falo para tirar dúvidas sobre o sistema?

Diretamente com o programador que é gerente da sua conta, pelo WhatsApp. Sem central, sem robô.

Conteúdo informativo, conferido em 3 de outubro de 2026 com as orientações da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS, com base na Emenda Constitucional 132/2023 e na Lei Complementar 214/2025. As regras ainda recebem regulamentações; a aplicação depende do enquadramento de cada empresa. Não substitui a orientação da sua contabilidade.

Reforma Tributária

Traga o seu cenário. A gente mostra o caminho.

Converse direto com quem desenvolve o seu sistema sobre os documentos, cadastros e processos que precisam evoluir.

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